EUA acorda com um levante secundarista

Juntos nas Escolas 09/nov/2016, 18h41

Poucas horas depois do anúncio de que o magnata Donald Trump, conhecido por suas posições racistas e xenofóbicas, tinha sido eleito como Presidente dos Estados Unidos, uma notícia inesperada começou a circular na imprensa estadunidense: milhares de estudantes, entre os quais a maioria secundaristas, tomaram as ruas de diversos estados para protestar contra o político republicano.

Na escola Berkeley High, na Califórnia, um dos principais protestos organizados contou com a presença de em torno de 1500 alunos, outras manifestações foram confirmadas em Seattle, Arizona e Portland, tanto em escolas quanto universidades.

Essa resposta do movimento estudantil é uma clara demonstração que, apesar da vitória da representação mais conservadora da política atual norte-americana para presidência, há muito para acontecer nos próximos meses. A força e espontaneidade dos secundaristas, que se mostraram protagonistas em diversas lutas recentes históricas, como mostrou o Chile, o Paraguai e o próprio Brasil exemplifica que a resistência está só por começar.

Toda solidariedade a luta dos estudantes norte-americanos, que sua luta sirva de exemplo para todos trabalhadores, latinos, mulheres, negros, LGBTs e tantos outros que lutarão contra Trump e tudo que ele representa!