Feminismo na America Latina, por uma educação não sexista!

O movimento feminista continua fortalecendo mobilizações por avanços sociais por toda América Latina. As mulheres que deram um passo a frente em sua Emancipação com os últimos levantes feministas não vão mais abaixar a cabeça, precisamos ser ferramentas para abrir juntas cada vez mais portas!

Há um mês atrás o Brasil, que vinha de uma pesada ressaca das lutas de 2017, viu milhares irem as ruas pedindo justiça pela terrível execução de Marielle Franco. Marielle foi uma verdadeira expressão da Primavera Feminista que correu o país poucos anos atrás, o que se reafirmou no dia seguinte a sua morte. Mulheres negras tomaram o protagonismo das manifestações e reafirmaram que “Mulher preta é o poder! ”. Ativistas do mundo inteiro afirmaram seu compromisso de continuar a luta de Marielle contra a violência do Estado e a desigualdade social, racial e de gênero.

No último dia dezenove de abril, foi a vez das chilenas. Uma passeata estudantil com 120 mil pessoas cobriu o centro de Santiago, pelas reformas educacionais e por um ensino público e de qualidade. Dessa vez, a antiga demanda foi reforçada pela indignação das mulheres do Chile com as afirmações machistas do ministro da educação, que foram as ruas por uma educação antissexista.

Nossas batalhas também se estendem à Argentina onde a legalização do aborto está sendo debatida no congresso e na sociedade e pode vir finalmente a se tornar uma realidade. Ao mesmo tempo, umas das dirigentes da mobilização pela legalização, Vilma Ripoll do Juntas a La Izquierda vem sido atacada pela direita por ter auxiliado como enfermeira mulheres que iriam abortar, evitando sua morte. Toda solidariedade a Vilma (#BancoAVilma)!

A América Latina mais uma vez mostra que as mulheres são ponta de lança dos processos revolucionários.

Nada vai conseguir parar a luta das mulheres!

Por Coletivo Juntas

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