Coragem para

mudar nossa escola!

Coragem para

mudar nossa escola!

Contribuição do Juntos! nas Escolas

Um programa para colocar a juventude secundarista em movimento e lutar pela escola e pelo Brasil que queremos. Vamos Juntos e Juntas!?

O direito à educação é constitucionalmente garantido pelo Estado, mas não é novidade para ninguém que as escolas do nosso país encontram-se numa grande situação de abandono pelo poder público e, com a crise dos estados e a PEC (241) do teto de gastos a nível federal, essa realidade tem piorado, ao mesmo tempo em que avançam projetos conservadores para disputar a escola para um projeto de censura e manutenção da ordem.

Em contraponto, nós acreditamos que os e as secundaristas são aqueles que detém a radicalidade necessária para resistir aos retrocessos e avançar num projeto anticapitalista de educação, que priorize a universalidade do acesso à educação com qualidade e que tenha garantida sua função social pública.

Essa é a contribuição do Juntos! Nas Escolas para colocar os/as secundaristas do Brasil em movimento e pensar um projeto de ESCOLA DEMOCRÁTICA que gire em torno de três eixos:

  1. Contra a censura nas escolas, por uma educação crítica e por uma gestão das escolas de fato democrática, que inclua os estudantes;
  2. Pela igualdade de oportunidades! Pela garantia mínima de estrutura para o funcionamento das escolas. Por uma educação para além do quadro e do caderno. Valorização dos/das educadores/as;
  3. Radicalizar a democracia na escola e no país, fortalecer a organização dos estudantes.

Acreditamos que a educação, como dizia Paulo Freire, é capaz de mudar as pessoas, que são capazes de mudar o mundo. Nesses termos,concordamos que o modelo de ensino precisa ser revisto, bem como os pilares garantidores da formação de cidadãos capazes de refletir sobre o melhor para seu próprio futuro e também para os rumos da política para a própria sociedade.

Faremos a mudança através dos nossos gritos por existência dentro do âmbito escolar, buscando a melhoria de nossas escolas e garantindo a permanência nela, fazendo com que as mesmas se tornem espaços onde possamos atuar sem medo: sem medo de existir, sem medo de falar, sem medo de ocupar, sem medo de fazer parte da escola que é nossa!

Eles dizem: Reforma do Ensino médio!

A Reforma do Ensino Médio, aprovada de maneira antidemocrática como Medida Provisória no Congresso Nacional (para ser votada de maneira mais rápida), é um deboche contra os que lutam todos os dias para transformar a educação.

Mesmo sabendo que as escolas não têm estrutura (e com a aprovação da PEC 241, menos ainda), a Reforma do Ensino Médio quer tornar obrigatório o ensino técnico.

E, com a mudança da divisão de currículo por matérias para divisão por áreas de conhecimento, o ensino da sociologia, filosofia, educação física, arte e Espanhol passa a não ser obrigatório. Além disso, essa reforma desvaloriza nossos professores, não exigindo a formação docente para lecionar. Ou seja, Michel Temer quer DESMONTAR a educação pública e quer nós, secundaristas, calados e acríticos.

Nós também: Pelo ensino que queremos!

  1. Ampliar a oferta na Educação Integral* (opcional) com aumento de recursos, em que a carga horária ampliada seja pensada em harmonia com as disciplinas escolares, esportes, artes, formação profissional, além de tempos de socialização, levando em conta também a opinião e motivação dos/das estudantes;
  2. Não se pode ignorar o alto número de estudantes que cursam o ensino médio noturno pela necessidade de trabalhar ao longo do dia. Especialmente a estes não se pode negar uma escola com os mesmos critérios de qualidade, com estrutura e alimentação, e também com currículo pensado de acordo com a realidade dos estudantes;
  3. Entre os principais debates para a juventude brasileira hoje estão as questões de gênero, diversidade, sexualidade, e também o debate central da questão racial no Brasil. Esses assuntos precisam estar presentes nas disciplinas da sala de aula e também fora dela, perpassando toda a escola, transformando as relações sociais dentro dela. Nesse sentido, a formação do corpo docente para esta temática também é fundamental;
  4. A formação para o trabalho, integrada ou não ao ensino médio, é importante para garantir emprego em um cenário de crise econômica, porém também deve cumprir caráter crítico e emancipatório.

Eles querem acabar com a escola pública!

O conjunto das medidas adotadas pelos últimos governos têm favorecido o crescimento dos grandes conglomerados de educação, o que demonstra que o sucateamento da educação é intencional e tem interesses econômicos. Não é novidade que as escolas públicas no Brasil hoje sofrem com a falta de estrutura mínima, desde a falta de folhas e tinta de pincel, até a falta de merenda e energia. Por um lado, essa precarização tem a justificativa da falta de dinheiro por conseqüência da crise econômica, entretanto, por outro, fica nítido a visualização dos poderosos em excluir a educação pública das prioridades em função dos gatos com a casta política como, por exemplo, perdoando dívidas dos bancos privados.

Nesse sentido, além da falta do básico para o bom funcionamento das escolas, acontecem planos de reorganização escolares que tem por objetivo fechar escolas, deixando desempregados os professores e servidores da instituição, realocando os estudantes para outras escolas já existentes, forçando a superlotação nas salas de aula para aqueles que encontram vagas, o que contribui também para a evasão escolar. Somente no Estado de São Paulo, 231 escolas foram fechadas pelo estado entre 2010 e 2017, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), sendo uma redução de 90 mil matrículas ofertadas.

Nós dizemos: educação é prioridade!

É urgente revogar as reformas de Temer, entre elas a PEC do Fim do Mundo. Ao invés de diminuir investimentos em educação e outros direitos sociais como saúde, segurança, transporte e cultura, devemos enxugar os gastos com a casta política, auditar a dívida pública e taxar as grandes fortunas e heranças. Que os poderosos paguem pela crise que eles produziram, e não a população. Precisamos é de ainda mais investimentos em educação, em infraestrutura e assistência para estudantes, em tecnologia nas escolas, em salários e condições de trabalho para professores e transporte escolar. Para isso, é necessário garantir que 10% do PIB seja investido em educação e lutar para aumentar os repasses federais para os municípios.

  1. Seguir lutando pelo fim do vestibular, que deve ser nosso horizonte. Disputar na sociedade a importância de garantir a educação como direito. O Ensino Superior não pode ser privilégio!
  2. Em curto prazo, efetivar o Custo Aluno – Qualidade Inicial (CAQi), que indica quanto precisa ser investido por cada aluno da educação básica. O objetivo dessa medida é garantir as mínimas condições materiais para funcionamento qualitativo do sistema educacional.
  3. Em um prazo maior, instituir o Custo Aluno Qualidade (CAQ) para garantir um alto padrão de investimentos por aluno, como é feito nos países que entendem a importância de investir na educação pública. Esse custo levaria em conta o salário mínimo dos/as professores/as baseado no DIEESE.

Eles dizem: Escola sem partido!

O Escola Sem Partido veio para calar professores e estudantes comprometidos com a qualidade do ensino como todo, que entendem a educação como arma para a construção de um futuro melhor, baseado na formação humana. Esse projeto impede os debates de gênero e sexualidade, trava as reflexões sobre os problemas do dia a dia, impede a auto-organização dos alunos, persegue os professores que ousam abrir debate sobre os problemas das cidades e governos e dá autoridade para as direções que representam, em cada instituição, a repressão à nossas lutas e nossa voz. Aliado à isso, o projeto oficializa uma escola instrumentalizada para limitar a expressão de ideias, incapaz de promover e apoiar reflexões sobre as condições de ser jovem, sendo também é uma escola que não se ocupa em garantir um ambiente acolhedor para os estudantes.

Nós dizemos: Tomar partido da Escola!

Cada escola deve ter liberdade para os alunos e professores tomarem partido de sua própria educação, promovendo a igualdade e um espaço acolhedor para nossa aprendizagem.

Defendemos um espaço radicalmente democrático, que garanta a participação do jovem na vida da escola e ouça seus problemas e demandas reais. Prezamos por uma escola que paute o combate à violência com seriedade, aberta para discutir as especificidades daqueles que a vivem, e não um projeto de educação que censure os estudantes a cada nova iniciativa.

Queremos uma educação para e pelo respeito, para e pelo avanço da consciência crítica!

  1. A escola deve ser lugar do livre pensamento. O currículo precisa ser livre de amarras: professores e estudantes não podem ter medo de expor suas opiniões sob o risco de serem punidos. Somente com pluralidade vamos construir uma educação crítica e pautada no respeito à diversidade.
  2. A democracia precisa florescer nas escolas, para isso precisamos de Gestões Democráticas do Ensinode fato. Isso significa que as escolas não podem ser pequenos feudos dos dirigentes ou governantes, as decisões internas devem ser tomadas de forma colegiada. Os recursos financeiros das escolas, licitações e contratos terceirizados precisam ser transparentes para que toda comunidade fiscalize.
  3. A livre organização estudantil é um direito e precisa ser independente ao longo de todo processo de formação de chapas, eleição e período de gestão. Nenhum governo ou direção pode criar regras para limitar ou impedir o funcionamento da organização estudantil.

*Educação integral implica garantia de permanência escolar, que por sua vez exige estrutura física adequada nas escolas, banheiros suficientes, quadras, bibliotecas, salas de aulas que não sejam lotadas, materiais didáticos e equipamentos (eletrônicos/multimídia) em condições de uso, além da garantia de alimentação saudável ao longo de todo o período.

A Reforma do Ensino Médio, aprovada de maneira antidemocrática como Medida Provisória no Congresso Nacional (para ser votada de maneira mais rápida), é um deboche contra os que lutam todos os dias para transformar a educação. 

Mesmo sabendo que as escolas não têm estrutura (e com a aprovação da PEC 241, menos ainda), a Reforma do Ensino Médio quer tornar obrigatório o ensino técnico. 

E, com a mudança da divisão de currículo por matérias para divisão por áreas de conhecimento, o ensino da sociologia, filosofia, educação física, arte e Espanhol passa a não ser obrigatório. Além disso, essa reforma desvaloriza nossos professores, não exigindo a formação docente para lecionar. Ou seja, Michel Temer quer DESMONTAR a educação pública e quer nós, secundaristas, calados e acríticos.

Coragem para

mudar escola!

Contribuição do Juntos! nas Escolas

Um programa para colocar a juventude secundarista em movimento e lutar pela escola e pelo Brasil que queremos. Vamos Juntos e Juntas!?

O direito à educação é constitucionalmente garantido pelo Estado, mas não é novidade para ninguém que as escolas do nosso país encontram-se numa grande situação de abandono pelo poder público e, com a crise dos estados e a PEC (241) do teto de gastos a nível federal, essa realidade tem piorado, ao mesmo tempo em que avançam projetos conservadores para disputar a escola para um projeto de censura e manutenção da ordem.

Em contraponto, nós acreditamos que os e as secundaristas são aqueles que detém a radicalidade necessária para resistir aos retrocessos e avançar num projeto anticapitalista de educação, que priorize a universalidade do acesso à educação com qualidade e que tenha garantida sua função social pública.

Essa é a contribuição do Juntos! Nas Escolas para colocar os/as secundaristas do Brasil em movimento e pensar um projeto de ESCOLA DEMOCRÁTICA que gire em torno de três eixos:

  1. Contra a censura nas escolas, por uma educação crítica e por uma gestão das escolas de fato democrática, que inclua os estudantes;
  2. Pela igualdade de oportunidades! Pela garantia mínima de estrutura para o funcionamento das escolas. Por uma educação para além do quadro e do caderno. Valorização dos/das educadores/as;
  3. Radicalizar a democracia na escola e no país, fortalecer a organização dos estudantes.

Acreditamos que a educação, como dizia Paulo Freire, é capaz de mudar as pessoas, que são capazes de mudar o mundo. Nesses termos,concordamos que o modelo de ensino precisa ser revisto, bem como os pilares garantidores da formação de cidadãos capazes de refletir sobre o melhor para seu próprio futuro e também para os rumos da política para a própria sociedade.

Faremos a mudança através dos nossos gritos por existência dentro do âmbito escolar, buscando a melhoria de nossas escolas e garantindo a permanência nela, fazendo com que as mesmas se tornem espaços onde possamos atuar sem medo: sem medo de existir, sem medo de falar, sem medo de ocupar, sem medo de fazer parte da escola que é nossa!

 

Eles dizem: Reforma do Ensino médio!

A Reforma do Ensino Médio, aprovada de maneira antidemocrática como Medida Provisória no Congresso Nacional (para ser votada de maneira mais rápida), é um deboche contra os que lutam todos os dias para transformar a educação. 

Mesmo sabendo que as escolas não têm estrutura (e com a aprovação da PEC 241, menos ainda), a Reforma do Ensino Médio quer tornar obrigatório o ensino técnico. 

E, com a mudança da divisão de currículo por matérias para divisão por áreas de conhecimento, o ensino da sociologia, filosofia, educação física, arte e Espanhol passa a não ser obrigatório. Além disso, essa reforma desvaloriza nossos professores, não exigindo a formação docente para lecionar. Ou seja, Michel Temer quer DESMONTAR a educação pública e quer nós, secundaristas, calados e acríticos.

Nós também:
Pelo ensino que queremos!

  1. Ampliar a oferta na Educação Integral* (opcional) com aumento de recursos, em que a carga horária ampliada seja pensada em harmonia com as disciplinas escolares, esportes, artes, formação profissional, além de tempos de socialização, levando em conta também a opinião e motivação dos/das estudantes;
  2. Não se pode ignorar o alto número de estudantes que cursam o ensino médio noturno pela necessidade de trabalhar ao longo do dia. Especialmente a estes não se pode negar uma escola com os mesmos critérios de qualidade, com estrutura e alimentação, e também com currículo pensado de acordo com a realidade dos estudantes;
  3. Entre os principais debates para a juventude brasileira hoje estão as questões de gênero, diversidade, sexualidade, e também o debate central da questão racial no Brasil. Esses assuntos precisam estar presentes nas disciplinas da sala de aula e também fora dela, perpassando toda a escola, transformando as relações sociais dentro dela. Nesse sentido, a formação do corpo docente para esta temática também é fundamental;
  4. A formação para o trabalho, integrada ou não ao ensino médio, é importante para garantir emprego em um cenário de crise econômica, porém também deve cumprir caráter crítico e emancipatório.

Eles querem acabar com a escola pública!

O conjunto das medidas adotadas pelos últimos governos têm favorecido o crescimento dos grandes conglomerados de educação, o que demonstra que o sucateamento da educação é intencional e tem interesses econômicos. Não é novidade que as escolas públicas no Brasil hoje sofrem com a falta de estrutura mínima, desde a falta de folhas e tinta de pincel, até a falta de merenda e energia. Por um lado, essa precarização tem a justificativa da falta de dinheiro por conseqüência da crise econômica, entretanto, por outro, fica nítido a visualização dos poderosos em excluir a educação pública das prioridades em função dos gatos com a casta política como, por exemplo, perdoando dívidas dos bancos privados.

Nesse sentido, além da falta do básico para o bom funcionamento das escolas, acontecem planos de reorganização escolares que tem por objetivo fechar escolas, deixando desempregados os professores e servidores da instituição, realocando os estudantes para outras escolas já existentes, forçando a superlotação nas salas de aula para aqueles que encontram vagas, o que contribui também para a evasão escolar. Somente no Estado de São Paulo, 231 escolas foram fechadas pelo estado entre 2010 e 2017, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), sendo uma redução de 90 mil matrículas ofertadas.

Nós dizemos: educação é prioridade!

É urgente revogar as reformas de Temer, entre elas a PEC do Fim do Mundo. Ao invés de diminuir investimentos em educação e outros direitos sociais como saúde, segurança, transporte e cultura, devemos enxugar os gastos com a casta política, auditar a dívida pública e taxar as grandes fortunas e heranças. Que os poderosos paguem pela crise que eles produziram, e não a população. Precisamos é de ainda mais investimentos em educação, em infraestrutura e assistência para estudantes, em tecnologia nas escolas, em salários e condições de trabalho para professores e transporte escolar. Para isso, é necessário garantir que 10% do PIB seja investido em educação e lutar para aumentar os repasses federais para os municípios.

  1. Seguir lutando pelo fim do vestibular, que deve ser nosso horizonte. Disputar na sociedade a importância de garantir a educação como direito. O Ensino Superior não pode ser privilégio!
  2. Em curto prazo, efetivar o Custo Aluno – Qualidade Inicial (CAQi), que indica quanto precisa ser investido por cada aluno da educação básica. O objetivo dessa medida é garantir as mínimas condições materiais para funcionamento qualitativo do sistema educacional.
  3. Em um prazo maior, instituir o Custo Aluno Qualidade (CAQ) para garantir um alto padrão de investimentos por aluno, como é feito nos países que entendem a importância de investir na educação pública. Esse custo levaria em conta o salário mínimo dos/as professores/as baseado no DIEESE.

Eles dizem: Escola sem partido!

O Escola Sem Partido veio para calar professores e estudantes comprometidos com a qualidade do ensino como todo, que entendem a educação como arma para a construção de um futuro melhor, baseado na formação humana. Esse projeto impede os debates de gênero e sexualidade, trava as reflexões sobre os problemas do dia a dia, impede a auto-organização dos alunos, persegue os professores que ousam abrir debate sobre os problemas das cidades e governos e dá autoridade para as direções que representam, em cada instituição, a repressão à nossas lutas e nossa voz. Aliado à isso, o projeto oficializa uma escola instrumentalizada para limitar a expressão de ideias, incapaz de promover e apoiar reflexões sobre as condições de ser jovem, sendo também é uma escola que não se ocupa em garantir um ambiente acolhedor para os estudantes.

Nós dizemos: Tomar partido da Escola!

Cada escola deve ter liberdade para os alunos e professores tomarem partido de sua própria educação, promovendo a igualdade e um espaço acolhedor para nossa aprendizagem.

Defendemos um espaço radicalmente democrático, que garanta a participação do jovem na vida da escola e ouça seus problemas e demandas reais. Prezamos por uma escola que paute o combate à violência com seriedade, aberta para discutir as especificidades daqueles que a vivem, e não um projeto de educação que censure os estudantes a cada nova iniciativa.

Queremos uma educação para e pelo respeito, para e pelo avanço da consciência crítica!

  1. A escola deve ser lugar do livre pensamento. O currículo precisa ser livre de amarras: professores e estudantes não podem ter medo de expor suas opiniões sob o risco de serem punidos. Somente com pluralidade vamos construir uma educação crítica e pautada no respeito à diversidade.
  2. A democracia precisa florescer nas escolas, para isso precisamos de Gestões Democráticas do Ensino de fato. Isso significa que as escolas não podem ser pequenos feudos dos dirigentes ou governantes, as decisões internas devem ser tomadas de forma colegiada. Os recursos financeiros das escolas, licitações e contratos terceirizados precisam ser transparentes para que toda comunidade fiscalize.
  3. A livre organização estudantil é um direito e precisa ser independente ao longo de todo processo de formação de chapas, eleição e período de gestão. Nenhum governo ou direção pode criar regras para limitar ou impedir o funcionamento da organização estudantil.

*Educação integral implica garantia de permanência escolar, que por sua vez exige estrutura física adequada nas escolas, banheiros suficientes, quadras, bibliotecas, salas de aulas que não sejam lotadas, materiais didáticos e equipamentos (eletrônicos/multimídia) em condições de uso, além da garantia de alimentação saudável ao longo de todo o período.

Conheça as contribuições especiais elaboradas pelas setoriais e núcleos de ação do Juntos para ajudar no nosso debate

Conheça as contribuições especiais elaboradas pelas setoriais e núcleos de ação do Juntos para ajudar no nosso debate

Envie sua contribuição

A nossa plataforma está em permanente construção. Nós adoraríamos conhecer sua opinião! Envia sua contribuição e vamos iniciar nosso diálgo!

Cadastre-se, fique atualizado e participe do nosso movimento

Cadastre-se, fique atualizado e participe do nosso movimento